domingo, 24 de maio de 2009

" Um Mundo, Vários Museus "- Musée d'Orsay

O Museu de Orsay ( musée d`orsay em francês) é um museu na cidade de Paris. Situa-se na margem esquerda do rio Sena no VII arrondissement. As colecções do museu apresentam pínturas e esculturas da arte ocidental do período compreendido entre 1848 e 1914. Entre outras, estão aí presentes obras de Van Gogh, Monet, Degas, Maurice Denis, Odilon Redon.

O facto deste Museu ter sido instalado numa antiga estação de comboio parece que foram feitos um para o outro, devido á beleza da mesma, a maneira como a luz se propaga devido ao tecto vidro que foi preservado da antiga estação, tal como o seu relógio. È uma experiência emocionante ir percorrendo todo este imenso espaço com um "pé-alto enorme", contornando as magnificas esculturas

História:

O Edífício, que actualmente alberga o museu, era originalmente uma estação ferroviária, Gare de Orsay, construída para o Chemin de Fer de Paris à Orléans. Foi inaugurado em 1898, a tempo da Exposição Universal de 1900. O projecto foi do arquitecto Victour Laloux. Em 1939, deixou de ser o terminal da linha que ligava Paris a Orleães devido ao comprimento reduzido do cais, passsando a ser apenas uma estação da rede suburbana de caminhos de ferro; e mais tarde, durante a segunda guerra mundial serviu de centro de correios. A estação foi fechada a 1 de Janeiro de 1973.Em 1977, o Governo Francês decidiu transformar o espaço num museu. Foi inaugurado pelo presidente de então, François Mitterrand, a 1 de Dezembro de 1986. Os Arquitectos Renaud Bardon, Pierre Colboc e Jean-Paul Philippon foram os responsáveis pela adaptação.

As Colecções do museu provêm essencialmente de três locais:
. do museu do Louvre, as obras de artistas nascidos a partir de 1820, ou que tenham emergido no mundo da arte com a Segunda República;
. do museu Jen de Paume, as obras impressionistas desde 1947;
. do Museu de arte moderna de Paris, as obras mais recentes.

Estas colecções abrangem várias vertentes das artes plásticas tais como a pintura, a escultura, a fotografia entre outras.

Vários pintores se encontram representados no acervo deste museu deixo aqui alguns nomes Pierre Bonnard, Eugène Boudin, Gustave Caillebotte, Paul Cézanne, Camille Corot, Gustave Courbet, Honoré Daumier, Edgar Degas, Eugène Delacroix, Henri Fantin-Latour, Antoni Gaudí, Paul Gauguin, Vincent van Gogh, Hector Guimard, Jean-Auguste-Dominique Ingres, Gustav Klimt, Édouard Manet, Henri Matisse, Jean-François Millet, Piet Mondrian, Claude Monet, Gustave Moreau, Berthe Morisot, Edvard Munch, Nadar, Camille Pissarro, Pierre Puvis de Chavannes, Pierre-Auguste Renoir, Auguste Rodin, le douanier Rousseau, Paul Sérusier, Georges Seurat, Paul Signac, Alfred Sisley, Henri de Toulouse-Lautrec, James McNeill Whistler

E agora vários escultores François Rude, Jules Cavelier, Jean-Baptiste Carpeaux, Auguste Rodin, Paul Gauguin, Camille Claudel and Honoré Daumier

O museu de Orsay abriga a maior coleccção de impressionista, além de apresentar todas as manifestações artísticas ( arquitectura, pintura, escultura, fotografia, etc….) compreendidas entre 1848 e 1914. O público conhece também o singular carácter do edifício: uma estação de comboio inaugurada dia 14 de Julho de 1900 no quadro da Exposição Universal.O Orsay representou, desde o início, um duplo desafio: arquitetônico em primeiro lugar, porque ninguém jamais transformou uma estação em museu; museográfico em seguida, porque se tratava de reunir e apresentar em um único lugar todos os aspectos de uma época ainda muito pouco conhecida compreendendo um curto espaço de tempo (sessenta anos) e de uma criação artística abundante com ramificações em todas as direções: pintura, música, artes gráficas, arquitetura, fotografia, artes decorativas, música e cinema.

Uma metamorfose arquitetônica:

Da estação ao museu, o percurso foi longo, pitoresco e cheio de armadilhas. Construída em Paris no final do século passado pelo arquiteto Victor Laloux, a estação de Orsay havia sido inaugurada em 14 de julho de 1900, por ocasião da Exposição Universal. Organizada em torno de estruturas metálicas mascaradas por uma fachada de pedras talhadas, ela era a primeira estação criada em função da tração elétrica. Mas, quarenta anos mais tarde, suas plataformas haviam-se tornado curtas demais e progressivamente a estação foi sendo abandonada.

Grande nau abandonada, a estação no entanto inspirou os criadores: em 1962 Orson Welles rodou ali O Processo, do romance de Kafka, e a companhia teatral Renaud-Barrault instalou nela seu capitel, em 1972. Sua classificação em 1978 como monumento histórico salvou-a da demolição. Sem dúvida, esse admirável testemunho de uma arquitetura de ferro de outras épocas foi beneficiado pelos protestos suscitados pela destruição em 1971 dos antigos HalIes de Paris, em vista da construção do Centro Georges-Pompidou.

Para a direção dos Museus da França, que procurava um novo local para suas coleções de impressionistas e pós-impressionistas, muito comprimidas no Museu do Jeu de Paume, o Orsay, situado às margens do Sena e quase em frente ao Louvre, era o local ideal. Em 1977, a decisão de dedicar a estação e seu hotel de luxo à arte da segunda metade do século XIX e no início do XX foi tomada pelo presidente Valéry Giscard d’Estaing, confirmada em 1981 por seu sucessor, François Mitterrand.

Uma equipe de três arquitetos franceses, sob a orientação da italiana Gae Aulenti, encarregada em 1981 da reforma interna do museu e de todo seu mobiliário, aceitou o enorme desafio de transformar a estação em museu, inaugurado com grande pompa em 1o de dezembro de 1986.

A surpresa foi enorme quando surgiu a imensa nave de Laloux, cujo comprimento - 138 metros - por 32 de altura e 40 de largura, ultrapassa o da Notre-Dame de Paris. Foram suas dimensões excepcionais que permitiram a transformação radical do museu, corno explicou Françoise Cachin, primeira mulher a dirigir um museu dessa importância e que iria se tornar em 1994 diretora dos Museus da França. O Orsay seria "uma plataforma internacional das artes do século XIX", "um grande museu de época, mais do que um simples museu de arte. Sem o edifício, um intento dessa amplitude não teria sido concebido".

Fabulosa amplitude, de fato, porque embora a coleção dos impressionistas que atravessou o Sena continue sendo a rainha do museu, irradiante sob a luz zenital do terceiro andar, numericamente ela representa apenas uma pequena parte de seu acervo. Para constituir e enriquecer as coleções do Orsay, fez-se urna exploração das reservas do Louvre e do antigo Museu de Arte Moderna, desempoeirando obras esquecidas há décadas - inclusive os "bombeiros*" tão depreciados - e contou-se com numerosas doações e uma activa política de compras abrangendo todas as artes do século XIX na França, na Europa e até nos Estados Unidos.

Mas, na realidade, onde começa "a arte do século XIX"? A pergunta agita muito o mundo dos museus, e quando a data de 1848 (Revolução e advento da IIª República) foi finalmente escolhida pelo presidente François Mitterrand, os conservadores do Louvre soltaram um "ufa" de alívio: eles poderiam ficar com suas grandes telas de Delacroix! Quanto ao final do percurso, no que diz respeito à pintura ele está situado em 1904, com o magnífico Luxe, Calme et Volupté de Matisse, o restante continuando a ser atributo do Museu de Arte Moderna do Centro Georges-Pompidou. Mas, para o mobiliário e os objetos de arte (mais a fotografia, o cinema e a música), foi escolhida a data de 1914, o que permitiu a apresentação de uma soberba coleção de Art Nouveau, francesa e estrangeira.


Inovações importantes marcaram a concepção do Museu de Orsay: em primeiro lugar o espaço considerável cedido à escultura, suntuosamente instalada no térreo da grande nave central e em outras salas do nível intermediário, criado a cinco metros do solo. Em seguida, a criação de um departamento de fotografia muito desenvolvido e o surgimento, nesse panorama pluridisciplinar das artes do século XIX, do cinema e da música.


Logo que foi inaugurado, o Orsay suscitou inflamadas críticas. Gae Aulenti foi acusada de haver concebido uma necrópole faraônica e os conservadores de haver mesclado o melhor e o pior. Mas o público fez outro julgamento: 4 milhões de visitantes por ano nos dois primeiros anos, número que caiu entretanto com a abertura do Grand Louvre chegando, apesar de um "pico" de 3,3 milhões em 1993, ano da apresentação de Barnes, a 2,3 milhões em 1995.

Dezoito exposições temporárias apresentadas em dez anos (inclusive as dedicadas ao norueguês Edvard Munch, ao americano Whistler ou ainda à "Europa dos pintores") permitiram principalmente que fossem apreciadas as escolas estrangeiras mal conhecidas do grande público. O Orsay também especializou-se na apresentação de pequenas "exposições-dossiês" onde se destaca a vocação documentária e histórica do museu.

O Orsay pode tambem orgulhar-se de ter sido o primeiro museu a ser dotado de um serviço cultural encarregado de fazer a ligação entre o público e as obras, com um esforço particular em relação á recepção aos jovens e um lugar importante para o audiovisual, bem como para as novas tecnologias da informação.


O acervo do Museu de Orsay:

As colecções do Orsay compreendem 3.000 pinturas, 360 pastéis, 10.000 desenhos, 14.000 projetos arquitetônicos, 2.400 esculturas, 1.300 móveis e objetos de arte e 31.000 fotografias. Entre as obras primas mais conhecidas do museu estão:

"Déjeuner sur l’Herbe", O Almoço sobre a relva ou O piquenique no bosque, óleo sobre tela de Édouard Manet, pintado entre 1862 e 1863, 208 x 264,5 cm. Mostra uma modelo nua em posição provocatória e sensual, este quadro provocou o escândalo da sociedade mais conservadora, quando da sua exibição.
"Olympia", óleo sobre tela de Èdouard Manet 1832-1883, pintada em 1863 mas só apresentada ao público em 1865, causou reações contrárias mais fortes que "Almoço na relva". Era um retrato de uma prostituta nua e havia uma referência audaciosa à obra de Ticiano ( Vênus de Urbino). A modelo novamente foi Victorine Meurent retratada nua e ao seus pés um gato negro ao invés de um cachorro como no quadro de Ticiano. Em uma atmosfera rótica havia também falta de perspectiva.

"Enterrement à Ornans", óleo sobre tela, 315 cm x 660 cm, Gustave Courbet, pintado em 1851, em que está representado o funeral do tio-avõ de Courbert´s, exibido em 1851 no "Paris Salon" criando uma reacção explosiva e trouxe Courbet para a fama instantânea.

"Atelier de Coubert", no "O Atelier do Artista", este foi o quadro mais ambicioso de Courbet, o seu maior "testamento" onde mostra que nunca gostou dos arranjos convencionais, com as figuras cuidadosamente inseridas numa disposição ilusória, e unindo seus conhecimentos de equilíbrio e unidade total da tela, o artista consegui criar uma composição inovadora utilizando-se de sua habilidade no tratamento da luz e da sombra.

"La Famille Belleli", Edgar Degas (1834-1917), 200 cm x 250cm, impressionista françês, conhecido por ser um mestre no desenho de figuras humanas em movimento. Degas sempre trabalhou em varios meios, preferindo pastel. È o pintor mais conhecido com os temas das bailarinas ( por vezes em esculturas) e cavalos. Seu trabalho focou-se no movimento e expressão e a harmonia da linha do desenho e o seu contorno.

"La Danseuse Habillée" escultura de Degas

"La Femme à la Cafetière", a modelo de este quadro ainda não foi a 100% confirmado por provas, mas é provavelmente uma das empregadas de Jas de Bouffan, sua casa de família perto de Aix en Provence. Cézanne utilizou poucos modelos profissionais, preferindo sempre utilizar membros da sua família ou outras pessoas do seu ciclo de amigos.

"La Pie", Claude Monet (1840-1925), o fundador do Impressionismo, um dos mais influentes pintores de paisagens na história da arte


"Le Moulin de La Galette", Pierre-Auguste Renoir, óleo em Tela, 131 x 175 cm, é um moinho situado perto do topo do distrito de Montmartre, tendo sido esta área altamente retratada por outros varios artistas, tais como Henri de Toulouse-Lautrec, Ramon Casas, Vincent van Gogh e Pablo Picasso. Este moinho foi considerado museu desde 1939.


"L‘Arlésienne", Vincent van Gogh, retrato de Madame Ginoux, foi o título de seis quadros deste artista.


"Le Cirque", 1891, óleo sobre Tela, 1891 cm x 150 cm, obra de Georges Seurat. Este é sem duvida o trabalho de Seurat de estilo mais barroco. A tela inacabada é composto de circulos, espiráis e elipses. Seurat gostava de novelas dos Irmãos Goncourt, e aqui neste quadro dá uma cisão do circo "Frères Zemgano".

"La Mère de Whistler", James Abbott Neill Whistler, pintor americano, 1834-1903, pintura a óleo de 1871, 144.3 x 156.5cm

"The Wheel of Fortune", Sir Edward Burne-Jones 1833-1898, quadro de 1875 a 1883, Tela a óleo, pintor Inglês, designer e ilustrador, nasceu em Birmincham. Treinado por Dante Gabriel Rossetti Pre-Rafael, movimento que queria restaurar a arte a sua forma mais pura, estilização, inspirado por art e quadros mediavais ( temas bíblicos, e sempre marcado pelo estilo romantizado)

" L`Âge Mur", A Idade Madura 1902, Camille Claudel 1902, fantástica escultura desta artísta que foi amante e aprendiz que Rodin. Camille Claudel deixou a sua família pelo amor de Rodin, ela trabalho varios anos ao serviço do seu mestre e mantendo-se á custa de suas próprias criações. Inflelizmente esta história não teve um fim feliz, acabando Camille a ser internada num manicómio onde este internada mais de 30 anos onde morreu. Representa uma alegoria ao Homem deixando a sua juventude e sendo carregado pela "Morte", "Homem" que se encontra em cima da "onda da vida". Este trabalho por vezes pode ser visto como autobiográfico, representando o triângulo em que o homem é Rodin, a jovem mulher implorando de forma humilhante de joelhos é Camille, e a mulher mais velha é Rose Beuret, representando com este cenário a separação de Claudel com Rodin.


"Hercules Killing the Birds of LAke Stymphalis" 1909, estátua em broze de Emile Antoine Bourdelle 1861-1929, Escultor expressionista de nacionalidade Francesa, alem desta existem mais 2 destas obras muito semelhantes, uma no Metropolitan Museum of New York e outra em Los Angeles. Auguste Rodin tornou-se um grande admirador do seu trabalho e em 1983 tornou-se em seu assistente.

"Walking man", August Rodin 1900



Vicent Van Gogh no Museu Orsay:

"Procura compreender o que dizem os artistas nas suas obras-primas, os mestres séries.Aí está Deus"

Van Gogh


Vincent van Gogh, Setembro de 1889, óleo em tela, 50.5x74 cm ( sendo esta a 3ºversão; A 1º versão Quarto em Arles encontra no Museu van Gogh em Amesterdão, 2º versão encontra-se no Instituto de Artes de Chicago ). Quadro Impressionista holandês, sendo esta uma das obras mais conhecidas do mundo. Este retrata o quarto que o artista alugou na "casa amarela", na cidade de Ales, na França, país onde trabalhou durante quase toda a sua existência. Pintou a obra mais de duas vezes, cerca de um ano depois, enquanto estava internado no hosício de Saint-Rémy-de-Provence. A 3 versão que é a deste museu, difere do original pelo uso de tons mais azuis que o original, redução de ênfase das fendas no assoalho, bem como diferenlas em dois porta-retratos nas paredes.
“Noon: Rest from Work (After Millet)” 1889-90, Musee d’Orsay, Paris

" A Igreja de Auvers", Vicent van Gogh 1890, óleo em tela, 74 x 94 cm

Resultou também em um grande quadro da igreja da aldeia, no qual aparece o edifício violeta, em frente a um céu liso, azul profundo de puro colorido; os vitrais em cor são como manchas de ultramarino, o telhado é violeta e en parte laranja. No primeiro plano algo de verde viçoso e areia em tom rosa batida pelo sol. è quase como os estudos que fiz em Nuenen da velha torre e cemitério, só que a cor agora é mais expressiva e rica" ......Vicente van Gogh

A Igreja de Auvers retratada nesta obra, foi terminada em 5 de junho de 1890. Depois de Van gogh deixa o hospital de SAint-Rémy-de-Provence em 16 de maio de 1890, abandona o sul da França e dirige-se ao norte. Faz uma visita ao irmão Theo van Gogh em París e depois ruma a Auvers-sur-Oise, a conselho de seu amigo Camille Pissarro, a fim de tratar-se com um médico e pintor amador Paul Gachet. Em auvers van Gogh, passou as suas últimas dez semanas de vida e onde produziu intensamente.


Auto-retrato, pintado no outono de 1887 em Paris





"The Italian Women", óleo sobre Tela, 81 x 60 cm; Retrata Agostina Segatori



Vicent Van Gogh nasceu em 30 de Março de 1853, em Grootzundest, Holanda, e faleceu em 27 de julho de 1890, na França. A guinada na sua vida 1880, abandonou suas buscas religiosas e devotou-se exclusivamente a pintar os mineiros de Borinage, na Bélgica. Théo, seu irmão, passou a sustentá-lo, tendo essa situação se mantido até o fim da sua vida. Após a morte de seu pai em Março, Van Gogh continou com seu trabalho e, no início da primaver pintou sua famosa tela, The Potato Eaters (1885) que se encontra no Museu Van Gogh em Amesterdão. Em 1886 foi a Paris para encontrar-se com Théo que estava trabalhando numa gaeria de arte em Montmatre. Seu irmão apresentou-o aos impressionistas: Monet, Renoir, Pissarro, Degas e Seurat. Nesse mesmo ano veio a conhecer Gauguin.


" Vessels, Basket and Fruit", óleo em tela, Cezanne

Cezanne


Cezanne

Cezanne


Cezanne

"Peasant Women", óleo sobre Tela 66 x 92.5 cm, Paul Gauguin

"Roses under the Trees", 1905, óleo sobre tela 110 x 110 cm, Gustav Klimt



Charles Guilloux (1866-1946), "Twilight", 1892, Oil on canvas - 32 x 46 cm

É um dos pintores de paisagens menos conhecidos do estilo do simbolismo



Informações Uteis:

O Museu fica aberto: 9:30 ás 18:00h

Às 5º Feiras de 9:30 ás 21:45h e fechado ás 2º Feiras

Bilhete, 7.50 Euros, grátis para indivíduos com menos de 18 anos

1 comentário:

Ana disse...

gostava de saber quais são as obras que já estiveram no museu do louvre mas que agora estão no museu d´orsay?